quinta-feira, 27 de maio de 2010

ARTE EXPLANADA


O Modernismo

A Arte do Século XX

Com

QUARTETO DE CORDAS DE RIBEIRÃO PRETO

Participação Especial

Diocles Ribeiro

Contrabaixo


Encerrando o ciclo de “História das Artes” que se iniciou em março com o período Barroco, a série de concertos mensais Arte Explanada apresenta em junho o Modernismo, período que marcou as artes do Século XX.

As portas do Modernismo foram abertas pelo movimento impressionista, na França, em 1874, numa exposição de pintores preocupados com uma nova forma de expressar a luz em seus quadros.

A chamada arte moderna refletiu a inquietação, o dinamismo e as contradições do homem do início do Século XX. Suas primeiras manifestações artísticas ocorreram na Europa e caracterizaram-se, principalmente, pela ruptura com o passado e pelo intuito de chocar a opinião pública pregando idéias radicalmente novas.

Em consonância com os movimentos de renovações de idéias na Europa, os artistas brasileiros realizaram em 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, a Semana de Arte Moderna que oficializou a entrada definitiva do movimento modernista no Brasil.

Serão mostradas e comentadas obras de pintores europeus como Cezane, Paul Klee, Kandinsky, Picasso e de brasileiros como Anita Malfatti, Tarcila do Amaral, Di Cavalcante, Portinari, entre outros.

Na música obras de Bella Bartok, Prokofiev, Villa-Lobos, Guerra-Peixe e do compositor uberabense Jeziel Pousa C. de Paiva.

QUARTETO DE CORDAS DE RIBEIRÃO PRETO

Grupo camerístico fundado em 1994 e mantido pela Associação Cultural Quarteto de Cordas de Ribeirão Preto – ACQUARP.

Desenvolve em Ribeirão Preto projeto de arte e educação em parceria com a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto onde gerencia o Centro Cultural Campos Elíseos coordenando as atividades artísticas nas áreas de música e dança atendendo a 1.500 alunos.

Nos anos 2000 e 2001 seus integrantes ministraram cursos de instrumentos de cordas em Uberaba e tiveram participação de destaque no lançamento, em outubro de 2001, da Orquestra de Uberaba em concerto que fez parte da programação do Projeto “Talentos da Terra” da Fundação Cultural de Uberaba.

Ainda hoje seus integrantes participam de forma ativa de atividades músico-educativas na cidade de Uberaba.

O grupo é formado pelos violinistas Milton F. Bergo e César Monteiro; pelo violista Jeziel Pousa C. Paiva e pelo violoncelista Jonathas Silva.

Patrocínio: SESI FIEMG

Apoio Cultural: ACQUARP e WG Vídeos e Produções.

Mulheres reais – Roberta Roldão

Inspirado nas Mulheres Reais, através de lentes que transcendem o estereótipo e a anedota, e captam a riqueza do comportamento das mulheres africanas e daquelas do Império Português, o espetáculo retoma uma importante manifestação cultural e social, quando Brasil, Portugal e África se encontram. É tecido por uma corporeidade lúdica do cotidiano do universo feminino, pelos gestuais africanos e por movimentos realizados por Mulheres Reais, que não são apenas da realeza – rainhas da Casa de Bragança -, mas também aquelas que ajudaram a construir hábitos e costumes da sociedade urbana carioca em formação no período joanino – tanto as mulheres de colonos protegidas por suas mantilhas quanto as mulheres africanas escravizadas, despojadas e sensualmente vestidas, únicas a circularem livremente pelas ruas e praças do acanhado povoado colonial.

A Dança retrata o encontro da realidade européia e do mundo colonial, revelando matizes e matrizes do universo de nossas mulheres do passado. Mulheres que tiveram de deixar seus territórios físicos e simbólicos e reconstruir no Brasil uma nova história, fundando as bases da nossa identidade e da nossa Cultura.

Direção e concepção: Roberta Roldão

Duração: 35 minutos

Coreógrafa: Roberta Roldão

Figurino: Elida (Casa Selma)

Músicas: Maria Bethânia (Brasileirinho) e Graveola e o Lixo Polifônico

Classificação etária livre

Horário: 20:30

Espetáculo "-nu de mim mesmo"











Cia. Teatro Autônomo
02 e 03 de junho (quarta e quinta)
Horário: 19h
Ingressos: R$20 (inteira) | R$10


S

inopse do espetáculo: O que resta das ações humanas, heróicas ou não? O que vem depois? Somente a memória ou, exclusivamente, o silêncio?

Ficha Técnica:
Criação: Cia Teatro Autônomo
Direção e Roteiro: Jefferson Miranda
Dramaturgia (interlocução crítica): Flavio Graff
Direção de Arte e Figurinos: Flavio Graff e Jefferson Miranda
Música Original: Felipe Storino
Iluminação: Renato Machado
Vídeos Fernanda Ramos e Philipe Canedo

Elenco: Adriano Garib, Emanuel Aragão, Rossini Viana Jr., Julia Lund, Miwa Yanagizawa e Felipe Storino (Instrumentos).
Produção Executiva: JLM Produções Artísticas (Daniel Carfa).
Direção de Produção: Sergio Saboya e Sílvio Batistela


Duração do espetáculo: 4 horas

Capacidade: 45 lugares

Classificação: 16 anos